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Maria Paula Fatosme

Atendimento on-line e presencial para adultos

CRP 06/221859

Sou mulher, mineira, de ascendência francesa, filha de um artista plástico e de uma mineira autêntica que desenvolvia sua criatividade na cozinha. Sou psicóloga e atuo como analista junguiana.

Escolhi a psicologia analítica como declaração das minhas raízes, por meio da livre expressão da fala, da arte, da cultura e do afeto. Para mim fala é cura. Arte é uma das expressões do inconsciente. Afeto é o reconhecimento dos nossos sentimentos, daquilo que nos atravessa ao longo da vida.

Acredito numa análise viva que acompanhe o tempo e local em que está inserida. Por isso, entendo que a psicologia analítica sozinha não basta, é preciso estar atento às questões sociais produzidas e a forma como elas afetam cada sujeito. E é isso o que eu trabalho para que aconteça na minha clínica: uma análise possível.

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Só aquilo que somos realmente tem o poder de nos curar.

Carl Jung

O que é a Psicologia Analítica?

A Psicologia Analítica, originada a partir das ideias do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, traz conceitos que influenciam toda a cultura ocidental, tais como arquétipos, inconsciente coletivo e processo de individuação.

A formação filosófica de Jung, o interesse pelas diversas religiões, assim como o estudo de mitologia, antropologia e alquimia foram fundamentais para a construção dos principais conceitos da Psicologia Analítica.

Entender o funcionamento dessa estrutura possibilita que possamos ter mais escolhas e, quem sabe, escolher novos caminhos em futuras oportunidades. É isso o que a análise proporciona: entender melhor a estrutura, o funcionamento dos processos inconscientes e escolher o que fazer com isso.

O que se pode esperar de um analista é uma escuta atenciosa e dialética, sem julgamentos morais sob aquilo que se escuta. O papel do analista é escutar o inconsciente e ajudar a pessoa a escutá-lo também.

Perguntas frequentes